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domingo, 6 de janeiro de 2019

Evangelho do dia 09 de janeiro quarta feira 2019


09 JANEIRO - Aniversário de recepção da batina por São José Marello (1864).


Mortifiquemos com ânimo generoso este nosso espírito briguento, esta nossa carne rebelde, esta nossa natureza corrupta! Eduquemo-nos ao sacrifício daquilo que o nosso coração possui de mais precioso. ( L 27).São Jose Marello


Marcos 6,45-52

" Logo em seguida, Jesus mandou que os discípulos entrassem no barco e fossem na frente para Betsaida, na outra margem, enquanto ele mesmo despediria a multidão. Depois de os despedir, subiu à montanha para orar. Já era noite, o barco estava no meio do mar e Jesus, sozinho, em terra. Vendo-os com dificuldade no remar, porque o vento era contrário, nas últimas horas da noite, foi até eles, andando sobre as águas; e queria passar adiante. Quando os discípulos o viram andar sobre o mar, acharam que fosse um fantasma e começaram a gritar. Todos o tinham visto e ficaram apavorados. Mas ele logo falou: "Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!" Ele subiu no barco, juntando-se a eles, e o vento cessou. Mas os discípulos ficaram ainda mais espantados. De fato, não tinham compreendido nada a respeito dos pães. O coração deles continuava endurecido."
                                                              
 Meditação:

Todas as ações de Jesus tinham uma razão de ser. Ele tinha um propósito definido e fazia todas as coisas com o intuito de ensinar aos seus discípulos a ter experiência com o amor de Deus.

Para que tudo saísse de acordo com a vontade do Pai, Jesus encontrava momento para estar a sós com Ele e receber orientação para o que tinha que realizar. Jesus não agia como Deus, mas como homem que faz a vontade de Deus.

Desse modo, Ele foi ao encontro dos seus discípulos que, cansados de remar estavam sucumbindo diante do vento contrário. Jesus não andou sobre as águas como um super-homem nem com o Seu poder divino, mas sim, com o poder do Espírito Santo do Pai que agia Nele. Ele tinha perfeita intimidade com Deus e confiava que estava sendo amparado pela Sua força.

Jesus também chega na nossa vida e vem nos ajudar. Ele sabe quando nós estamos cansados de remar e conhece as tempestades da nossa vida. Ele vem sobre as nossas dificuldades e por cima dos nossos problemas para nos acalmar e nos animar.

Assim sendo, nós, confiando no poder do Alto, e nos apossando das Suas palavras poderemos continuar remando, pois o vento cessa, na medida em que nós sentimos o nosso coração se abrir para entender as palavras de Jesus que nos diz: “Coragem, sou eu! Não tenhais medo”!

Assim como Jesus, nós também podemos andar sobre as águas desde que nós tenhamos com o Pai uma intimidade a fim de recebermos Dele a força e o poder do Espírito Santo.

Você está cansado (a) de remar? Você tem esperado que Jesus chegue para ajudá-lo (a)? Você tem entregue as suas dificuldades e os seus problemas nas mãos de Jesus? Você acha que também pode andar sobre as águas como Jesus o fez?

Reflexão Apostólica:

Estudos revelam que Betsaida era uma colônia de pescadores de onde provavelmente Pedro, João e Felipe eram oriundos. Muito mais que um pequeno povoado, Betsaida era talvez uma região repleta de povos e, portanto culturas diferentes. Jesus apresentava essa terra a eles.

Imagino a situação em especial dos três apóstolos que retornavam a aquela localidade. Se trouxermos a mente o dizer popular “santo de casa não faz milagres” o que se poderíamos esperar daquela população quanto o retorno deles? Acolhimento? Esperança? Fé? Não!

Jesus também hoje nos envia na frente. Para alguns Ele destina, inicialmente, locais desconhecidos, mas para outros como Pedro, Felipe e João, a sua ou nossa própria comunidade, aqui represento o nosso trabalho, na minha escola, em minha casa.

É verdade que já passam em nossos pensamentos o como seríamos (ou como somos) recebidos por eles, mas uma coisa fica meio que esquecida em virtude do medo – a mochila vazia com que parti, já não está tão vazia assim.

Imagine um (a) filho (a) que saiu de casa e foi fazer faculdade em outra região e que anos depois retorna a sua casa, já formado. Alguém conhecido desde criança que retorna.

Sim, aos nossos olhos já notamos as transformações nas feições e nos traços que o tempo e a maturidade lhe impuseram, mas somente quando o (a) ouvirmos falar é que saberemos o que carrega; pelas suas novas ações é que saberemos o quanto suas atitudes mudaram.

Aqueles três apóstolos já haviam presenciado tantas coisas, aprendizados foram feitos e até bem pouco tempo viram cinco pães alimentar 5 mil. É impossível ser o mesmo que partiu.

Do projeto ao destino final de cada sonho poderemos encontrar dificuldades. Tempestades de pensamentos; ventos contrários que podem significar o medo e a resistência as novas responsabilidades que estão por vir, entretanto deve ficar um ensinamento: Em meio às tempestades, Jesus vem sempre sereno caminhado sobre as águas!

O que isso tem haver com a epifania? Recorde que essa manifestação do poder de Deus sobre a física que conhecemos aconteceu pela não hesitação. Voltar a sua terra, a um povo tão descrente (remando contra os ventos e enfrentando o mar arredio) é muito além de um gesto heróico, mas de quem acredita no que fala.

Dar de cara com os que nos conhecem poderá de fato revelar a epifania de Jesus em minha vida, pois para convencê-los teremos que ter muito mais que palavras… O nosso semblante deverá resplandecer a epifania.

É comum ver jogadores de futebol, cantores, artistas, pessoas famosas que após anos e anos de boemia e noitadas de repente se dão conta que andam sozinhos e remando contra os ventos… Jesus sereno anda sobre as águas e sobre eles!

Outro exemplo esta naquele que a vida e as más escolhas que teve lhe apresentaram vícios, sofrimento, angústia e solidão. Por estarem anos e anos “remando” já não tem mais forças, pararam no meio do mar da vida, já não são donos do seu destino, são passageiros desse barco que vão conforme a correnteza o leva. Sobre esse Jesus também quer chegar.

Não leremos sobre isso essa semana, mas todo esse “sofrimento” no mar da Galiléia pela salvação de um único homem do outro lado da praia. Alguém que deve ter tocado Jesus pela fé. Alguém que em suas orações clamava um milagre. “(…) Mas logo Jesus falou com eles, dizendo: – Coragem, sou eu! Não tenham medo”! Estou chegando! Já cheguei!

É para eles que devemos apresentar a vitória e a epifania reveladas em nossa vida

Mantenha a fé! Todo sofrimento tem um motivo do outro lado da praia. Seja a epifania.

DESCONTRAIA
Descontraia. Descontração não tem que necessariamente esperar até que venha aquele fim de semana esperado ou aquelas férias sonhadas. Em quase a totalidade do tempo, a vida não é uma emergência, apesar de que muitos de nós vivemos a rotina da nossa vida diária como se assim fosse. 
Agitação e ansiedade não realizam nada a não ser aumentar a sua pressão arterial e deixá-lo mais suscetível a doenças. Claro que você tem muito o que fazer e a lista continua a crescer - principalmente nesta época do ano - Portanto, respire fundo, descontraia, leve os seus pensamentos para o bondoso Deus que o tem amado com um amor profundo. 
Descontração não significa necessariamente ausência de atividade. Tudo aquilo que pode ser feito num estado de ansiedade, pode também ser feito - e mais eficientemente - num estado de descontração. Desesperar-se não lhe leva a realizar nada de genuíno valor. Foco sim. Tome a decisão de descontrair. Seja o que for que estiver fazendo, descontraia; porque assim você estará respondendo a uma ordem de Deus e - conseqüentemente - você se sentirá muito melhor.

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