quinta-feira, 19 de março de 2026

EVANGELHO DO DIA 22 MARÇO 2026 - 5º DOMINGO DA QUARESMA


22 março - São José nos ensine o modo de cuidar de nossos alunos, aliás, seja ele mesmo o seu Cuidador. (L 170). São José Marello


Evangelho da ressurreição de Lázaro
- João 11,1-45

Ora, havia um doente, Lázaro, de Betânia, do povoado de Marta e de Maria, sua irmã. As irmãs mandaram avisar Jesus: “Senhor, aquele que amas está doente”. Disse Jesus: “Esta doença não leva à morte, mas é para a glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela”. [...] E acrescentou: “Nosso amigo Lázaro está dormindo. Vou acordá-lo”. Os discípulos disseram: “Senhor, se está dormindo, vai ficar curado”. [...] Jesus então falou abertamente: “Lázaro morreu! E, por causa de vós, eu me alegro por não ter estado lá, pois assim podereis crer. Mas vamos a ele”. [...] Jesus disse então: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, não morrerá jamais. Crês nisto?” Ela respondeu: “Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Cristo, o Filho de Deus, aquele que deve vir ao mundo”. [...] “Onde o pusestes?” Responderam: “Vem ver, Senhor!” Jesus teve lágrimas. Os judeus então disseram: “Vede como ele o amava!” Alguns deles, porém, diziam: “Este, que abriu os olhos ao cego, não podia também ter feito com que Lázaro não morresse?” De novo, Jesus ficou interiormente comovido. Chegou ao túmulo. Era uma gruta fechada com uma pedra. Jesus disse: “Tirai a pedra!” Marta, a irmã do morto, disse-lhe: “Senhor, já cheira mal, é o quarto dia”. Jesus respondeu: “Não te disse que, se creres, verás a glória de Deus?” Tiraram então a pedra. E Jesus, levantando os olhos para o alto, disse: “Pai, eu te dou graças porque me ouviste! Eu sei que sempre me ouves, mas digo isto por causa da multidão em torno de mim, para que creia que tu me enviaste”. Dito isso, exclamou com voz forte: “Lázaro, vem para fora!” O que estivera morto saiu, com as mãos e os pés amarrados com faixas e um pano em volta do rosto. Jesus, então, disse-lhes: “Desamarrai-o e deixai-o ir!” Muitos judeus que tinham ido à casa de Maria e viram o que Jesus fizera, creram nele.

 

Reflexão para o 5° Domingo da Quaresma - João 11, 1-45 (Ano A) 22 março 2026

 


Com a liturgia deste quinto domingo da quaresma, concluímos a sequência de três domingos de leitura de episódios exclusivos do Quarto Evangelho. O texto proposto hoje é o relato do sétimo e último sinal cumprido por Jesus nesse Evangelho: a reanimação de Lázaro, seu amigo – Jo 11,1-45. Esse é um episódio muito significativo para toda a obra joanina, pois é a conclusão do ciclo dos sinais realizados por Jesus. É importante recordar que João não chama as obras extraordinárias de Jesus de milagres, mas de sinais. Como se trata de um texto de grande extensão, totalizando quarenta e cinco versículos, não analisaremos todos os versículos, mas procuramos colher a mensagem central e destacar apenas os versículos principais. Os sete sinais narrados por João foram criteriosamente escolhidos, como ele mesmo afirma no final do Evangelho, para despertar a fé em Jesus e transmitir a vida em plenitude que dessa emana (cf. Jo 20,30-31), sendo esse da reanimação de Lázaro o maior de todos. Por isso, é o sétimo, cuja número evoca perfeição, e prefigura a ressurreição do próprio Jesus, o sinal por excelência.

Convém recordar que o sinal narrado não se trata propriamente de uma ressurreição, mas de uma “reanimação”, considerando que ressurreição é a passagem da morte para uma vida definitiva e plena, graças à ressurreição de Cristo. O que João narra é Jesus realizando a reanimação de um corpo que já se encontrava em estado de decomposição, foi recuperado, mas que continuou corruptível. Jesus apenas prolongou os dias de Lázaro com esse sinal extraordinário. Esse não é o único milagre do gênero narrado na Bíblia. Ainda no Antigo Testamento, Elias e Eliseu realizaram prodígios semelhantes: Elias restituíra a vida ao filho da viúva de Sarepta (cf. 1Rs 17,17-24), e Eliseu fizera o mesmo com o filho da sunamita (cf. 2Rs 4,8-37). Nos demais evangelhos temos outros dois episódios semelhantes: Jesus reanima o filho da viúva de Naim (cf. Lc 7,11-17) e a filha de Jairo (cf. Mc 5,22-43).

Como sempre, não dispensamos a contextualização, mesmo que breve, para que o texto possa ser melhor compreendido. Esse relato da reanimação de Lázaro está inserido entre duas ameaças de morte a Jesus da parte dos dirigentes ou chefes da religião oficial. Daí, já surge um dado interessante: à morte, Jesus responde com o dom da vida. No capítulo anterior, por ocasião da festa da dedicação do templo, os judeus quiseram apedrejar Jesus, acusando-o de blasfemador (cf. Jo 10,31-33), mas Ele conseguiu escapar e fugiu (cf. 10,39-40). Após restituir a vida de Lázaro, os chefes judeus, incluindo o Sumo Sacerdote, fizeram o plano definitivo para o aniquilamento de Jesus, pois Ele tinha ido longe demais dessa vez (cf. Jo 11,46-54). Portanto, em meio a duas situações de morte, Jesus manifesta a vida e a apresenta como resposta a toda e qualquer situação em que essa é ameaçada.

Voltemos agora o nosso olhar para o texto partindo do primeiro versículo, muito significativo, por sinal: “Havia um doente, Lázaro, de Betânia, povoado de Maria e de sua irmã Marta” (v. 1). O evangelista apresenta Betânia, cujo nome significa “casa da aflição”, como o espaço de uma comunidade cristã ideal, onde a fraternidade, de fato, reinava. Essa fraternidade é evidenciada pela apresentação que o evangelista faz de seus membros: Lázaro, Maria e Marta são apresentados apenas como irmãos, não há hierarquia entre eles, não há pai nem mãe, marido ou esposa, mas apenas pessoas irmão e irmãs, ou seja, pessoas iguais; essa é a comunidade ideal para o cultivo do amor e das relações fraternas e sinceras. Embora a comunidade de Betânia fosse ideal, ao mesmo tempo era vulnerável por dois motivos, principalmente: primeiro, por ser um povoado; segundo, porque estava próxima a Jerusalém (v. 18). Ora, o povoado na linguagem dos evangelhos (em grego κώμη kôme), é sinônimo de mentalidade fechada, resistência e conservadorismo, pois é o lugar de preservação da tradição, onde a novidade não é bem recebida.

O segundo motivo para a vulnerabilidade da comunidade de Betânia só é apresentado no versículo 18, mas já adiantamos aqui: “Betânia ficava a uns três quilômetros de Jerusalém”. Infelizmente, a tradução litúrgica omite o advérbio “perto” (em grego: εγγύς enghys), presente no texto original; a tradução mais justa seria, portanto, “Betânia estava perto de Jerusalém cerca de três quilômetros”. Para a proximidade geográfica, a indicação dos três quilômetros (quinze estádios) seria suficiente. O advérbio faz falta porque a ênfase que o evangelista está dando é à proximidade ideológica. Estando próxima a Jerusalém, essa comunidade era facilmente influenciada pela ideologia e o poder dominantes, ou seja, pelo judaísmo oficial. A influência de Jerusalém sobre a comunidade de Betânia se evidencia ao longo de todo o texto pela reação dos personagens diante do fenômeno da morte (vv. 19.21.24.31.33.37), e diante de Jesus. Diz o texto que “Muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Maria para as consolar por causa do irmão” (v. 19), quer dizer que a morte era vista como causa de desespero e medo, e Jesus não era conivente com essa mentalidade. Por isso, Ele prefere não entrar no povoado: Marta vai ao encontro dele e, depois, também Maria, pois Jesus a tinha chamado (vv. 20.28.30).

No povoado, concebia-se a morte com o respaldo da religião oficial: as irmãs choravam desesperadamente, sendo consoladas pelos judeus que tinham ido de Jerusalém. Por isso, Jesus fica fora do povoado (v. 30), porque somente saindo das antigas estruturas e mentalidade é possível vivenciar o triunfo da vida: de fora do povoado, Jesus chama as irmãs a saírem; Ele não entra e as conduz tomando-as pela mão, mas dá a liberdade de escolha; ao seu convite, as irmãs de Betânia e os cristãos de todos os tempos podem responder positiva ou negativamente. De Lázaro, o doente-morto-vivo, pouco se diz, pois, o objetivo do evangelista não é apresentar uma biografia sua, mas convidar a comunidade a escapar das estruturas de morte e despertá-la para Aquele que é “a Ressurreição e a Vida” (vv. 25-26), Jesus. Como o significado do nome Lázaro é “Deus ajuda”, podemos compreender o episódio narrado em torno da sua pessoa como um convite de Jesus à comunidade a buscar ajuda e consolo fora da Lei e das antigas instituições, por isso, Ele diz: “essa doença é para que o Filho de Deus seja glorificado por ela” (v. 4). Em Lázaro, Deus está ajudando a comunidade a sair da antiga mentalidade.

Como o texto é também um pré-anúncio da paixão, morte e ressurreição de Jesus, o evangelista ressalta alguns aspectos importantes da sua vida, sobretudo, no que diz respeito à sua humanidade: um homem de afetos e emoções! Cultivava amizade (v. 5), amava e se deixava ser amado, a ponto de ter o amor como a característica maior das relações recíprocas com seus discípulos: “Senhor, aquele que amas, está doente” (v. 3a); aqui, o evangelista apresenta Lázaro como o discípulo ideal, cuja relação com o Senhor é simplesmente o amor. Ser discípulo é sentir-se amado por Jesus e amar ao próximo com a mesma intensidade do amor recebido de Jesus. O afeto e a seriedade de Jesus nas relações com seus discípulos são muito bem apresentados por João nesse relato. Não poderia passar despercebido em nossa reflexão o registro marcante do versículo 35: “E Jesus chorou”. A interpretação para essa expressão tem sido muito questionada e variada ao longo do tempo. É inegável que foi uma demonstração de afeto e prova do seu amor pelo discípulo ideal, Lázaro.

Aqui, se faz necessária mais uma observação semântica. As irmãs choravam (vv. 31.33) e certamente outros amigos que foram ao encontro delas em solidariedade. Há, no entanto, uma distinção entre as duas maneiras de chorar, o que não se percebe na tradução litúrgica. Em relação a Maria, o evangelista emprega um verbo que significa chorar desesperadamente e com lamentos (em grego: κλαίω klaío). Para afirmar o choro de Jesus, o evangelista emprega um outro verbo, que significa simplesmente derramar lágrimas, lacrimejar (em grego: δακρύω dakryo), e expressa uma reação natural, sem desespero. Portanto, enquanto os demais, principalmente as irmãs, choravam desesperadamente, derretendo-se em prantos e lamentações, Jesus apenas derramou lágrimas porque, para Ele, a morte nunca é o fim. As lágrimas de Jesus causam admiração entre os judeus: “Então os judeus disseram: Vede como ele o amava” (v. 36). Ora, eles não conheciam a gratuidade do amor nas relações; viviam aprisionados pelo rigor da Lei; concebiam a relação com Deus a partir do modelo patrão-servo, dominador-dominado. Por isso, a Boa-nova de Jesus não tinha boa aceitação no povoado. Por onde Jesus passa, o amor o acompanha e só quem ama e se sente amado pode acolhê-lo.

Jesus foi ao encontro das irmãs porque não abandona sua comunidade aflita e amava incondicionalmente Lázaro, a ponto de derramar lágrimas por ele (v. 35), mesmo não compactuando com a mentalidade delas. Porém, sua ida é pedagógica. Ao invés de alimentar aquela mentalidade, ainda influenciada pela religião oficial, Ele a combate: chega somente no quarto dia após a morte (v. 39) e não entra no povoado. A chegada no quarto dia foi proposital: Ele tinha consciência do que deveria fazer e já tinha expressado isso aos discípulos mais próximos: “o nosso amigo Lázaro dorme” (v. 11). Merece atenção aqui o possessivo plural: tudo o que Ele tinha e tem é compartilhado com os seus, inclusive as amizades e todas as relações. Na sua comunidade não há espaço para o individualismo: bens e afetos existem para a partilha. A chegado após quatro dias tinha como objetivo desmascarar uma falsa crença judaica de que até três dias após a morte, ainda era possível que o defunto voltasse a viver, pois acreditava-se que o espírito do morto ainda sobrevoava ao redor do cadáver. A partir do quarto dia, começava a decomposição e, portanto, o espírito ia embora. Realizando o sinal até o terceiro dia, a “glória do Filho de Deus” não seria manifestada, pois os presentes reconheceriam como algo natural, conforme a crença.

A ida de Jesus teve, portanto, um objetivo muito claro: libertar a comunidade da morte física, por um momento, e principalmente, da doença e morte ideológica, da qual a comunidade estava ameaçada. Chamou Lázaro para fora do túmulo (v. 43), ordenando que fosse retirada a pedra (v. 39). A pedra representa aqui, tudo o que separa a vida da morte: o medo, a violência, a opressão e tudo o que a Lei causava de mal no seio da comunidade. Para Jesus, a antiga Lei era sinal de morte. A ordem “Lázaro, vem para fora” (v. 43) é o convite final que Jesus faz para a liberdade. É necessário “desatar” (v. 44) o ser humano de tudo o que o impede de caminhar livremente em busca da vida plena e da dignidade. É necessário sair dos povoados e dos túmulos para caminhar com Jesus em busca de um mundo novo onde, de fato, reine o amor e a vida triunfe!

Dia 22

Lembre-se de que a existência humana é construída dia a dia.

Deus concede suas dádivas aos seres humanos, por isso cabe a cada pessoa usá-las com sabedoria, para que se transformem em dons a serviço dos irmãos.

Seja, pois, semeador do bem e da paz!

Todas as pessoas recebem sementes de Deus; no entanto, cabe a cada uma a missão de preparar o terreno, semear, irrigar e fazer que dê frutos.

“E o que semeias não é a planta já desenvolvida – como será mais tarde - mas um simples grão, digamos, de trigo ou de qualquer outro cereal; e, de acordo com sua vontade, Deus dá um corpo e esse grão, como dá o seu corpo particular”.  (1Cor 15,37-38).



Evangelho do dia 21 março sábado 2026


21 - À semelhança do grande Patriarca São José, se tu tivesses que servir Jesus em trabalhos modestos e inferiores aos de São Pedro, pensa que o humilde Guarda de Jesus está mais alto no Céu do que o grande Apóstolo. (L 248). São Jose Marello


João 7,40-53

"Muitas pessoas que ouviram essas palavras afirmavam: De fato, este homem é o Profeta! Outros diziam: Ele é o Messias! E ainda outras pessoas perguntavam: Mas será que o Messias virá da Galiléia? As Escrituras Sagradas dizem que o Messias será descendente de Davi e vai nascer em Belém, onde Davi morou. Então o povo se dividiu por causa dele. Alguns queriam prender Jesus, mas ninguém fez isso. Os guardas voltaram para o lugar onde estavam os chefes dos sacerdotes e os fariseus, e eles perguntaram: Por que vocês não trouxeram aquele homem? Eles responderam: Nunca ninguém falou como ele! Então os fariseus disseram aos guardas: Será que vocês também foram enganados? Por acaso alguma autoridade ou algum fariseu creu nele? Essa gente que não conhece a Lei está amaldiçoada por Deus. Mas Nicodemos, que era um deles e que certa ocasião havia falado com Jesus, disse: De acordo com a nossa Lei não podemos condenar um homem sem ouvi-lo primeiro e descobrir o que ele fez. Por acaso você também é da Galiléia? perguntaram eles. Estude as Escrituras Sagradas e verá que da Galiléia nunca surgiu nenhum profeta."

Meditação

O profeta Jesus se tornou uma ameaça para o poder e para os privilégios dos dirigentes, sustentados sobre a base da injustiça e da opressão. Eles buscam matá-lo e mandam guardas para prendê-lo. A violência é a maneira como os poderosos respondem à verdade e assim manifestam o endurecimento de seu coração.
Não podem tolerar sua mensagem, porque isso significaria o fim de seus privilégios. A opinião do povo está dividida. Jesus é sinal de contradição.

O poder de sua palavra tem uma força impressionante. Até os guardas reconhecem que “jamais homem algum falou como este homem”.

O que dá força e autoridade à palavra de Jesus não é um saber teórico, mas um conhecimento que nasce do Espírito e está carregado com a força do amor do pai e do serviço à vida do povo.
Esta é a base e fundamento dessa nova sociedade que Jesus chamava de Reino de Deus. Como ressoa a palavra de Jesus em nossas vidas? Deixamo-nos transformar por ela ou endurecemos nosso coração?
As palavras de Jesus levam naturalmente a uma tomada de posição. Trata-se, de fato, de uma revelação que o Cristo faz de si, em ordem à salvação de cada um de nós.
Quem tem a pretensão de ser mestre, certamente não está disposto a fazer-se discípulo e aceitar uma revelação que subverte toda teoria ou sistema preconcebido.
É a situação dos fariseus, estudiosos da Escritura, incapazes, entretanto, de receber a mensagem de vida nela contida e que é o próprio Cristo. Na realidade, não somos nós que o descobrimos; é ele que se nos apresenta como doador de luz e de vida.
As discussões que surgem da diversidade de opiniões a respeito do Cristo não se resolvem se não houver, da parte de todos, sincero e profundo desejo de esclarecimento, o que raramente se dá, pois cada um costuma querer que prevaleça sua opinião. E sobre a identidade de Cristo, só a fé pode levar à união.

Reflexão Apostólica: 
Jesus é causa de divisão e controvérsia até mesmo para os seus adversários. Sua sabedoria, sua coerência de vida confundem os que o depreciam e o perseguem.

 O povo o admira, os dirigentes o temem, muitos o evitam, porque suas palavras são fortemente questionadoras; elas tocam no interior; desfazem falsas seguranças; derrubam estruturas mentais que impedem a transparência da verdade do evangelho. O mesmo acontece conosco quando a mesma mensagem é assumida com fidelidade e radicalidade.
Muitas vezes nos sentimos divididos entre uma coisa ou outra. E isso envolve opinião, credo, valores, sentimentos que são a essência do nosso ser.
Estar numa encruzilhada é comum no nosso dia a dia e, ter que tomar uma atitude faz parte de vida desde quando somos responsáveis por nós mesmos.
O que diferencia um caminho do outro que vamos seguir é apenas um passo: aquele que escolhemos dar. Mas, pra que lado seguir?
Jesus provoca divisão. Ou se está com Ele, ou está contra Ele. Não há meio termo! Não tem como seguir pelo caminho da Verdade com mentiras.

Não tem como percorrer o caminho da Luz na intenção de escondê-la. Não tem como desejar a Vida quando se nega qualquer tipo de vida ao outro.

Estar com Ele é estar ao lado do Amor e de tudo aquilo que leva para o bem comum, que não provoca discriminação, morte, tristeza, revolta e nem arrependimento. Decidir sempre por Ele, não tem erro. O Caminho é certo!

Oremos ao Senhor para que cada uma de nossas comunidades paroquiais, Equipes e Grupos sejam verdadeiros focos de testemunho e profetismo, pois somente assim podemos recuperar a credibilidade da fé cristã diante de tanta corrupção e abusos de poder da parte de muitos de nossos dirigentes.

Sejamos transparência do crucificado e ressuscitado para que o evangelho volte a ser um horizonte, um sentido de vida para muitos homens e mulheres.

Propósito: Tratar as pessoas sem preconceitos, mas, como filhas de Deus.

Dia 21

Somente Deus pode curar.

Tudo pode ser restaurado e regenerado pelo Espírito Santo.

Mesmo que, muitas vezes, seus problemas, traumas, carências e feridas emocionais pareçam não ter solução,

lembre-se da infinitude do amor de Deus por você.

Peça diariamente que ele envie o Espírito Santo sobre você, e maravilhas ocorrerão em seu interior e em sua vida.

Pela força do Espírito Santo, Deus cura, liberta e dá vida nova a todas as pessoas.

“E a esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”. (Rm 5,5).



Evangelho do dia 20 março sexta feira 2026


20 março- Pede ao nosso grande Patriarca São José que te obtenha de Deus o que te convém, ou melhor, o que mais convém. (L 86).São Jose Marello


João 7,1-2.10.25-30

"Depois disso, Jesus começou a andar pela Galiléia; ele não queria andar pela Judéia, pois os líderes judeus dali estavam querendo matá-lo. Aconteceu que a festa dos judeus chamada Festa das Barracas estava perto. Depois que os seus irmãos foram à festa, Jesus também foi, mas fez isso em segredo e não publicamente. Algumas pessoas que moravam em Jerusalém perguntavam: Não é este o homem que estão querendo matar? Vejam! Ele está falando em público, e ninguém diz nada contra ele! Será que as autoridades sabem mesmo que ele é o Messias? No entanto, quando o Messias vier, ninguém saberá de onde ele é; e nós sabemos de onde este homem vem. Quando estava ensinando no pátio do Templo, Jesus disse bem alto: Será que vocês me conhecem mesmo e sabem de onde eu sou? Eu não vim por minha própria conta. Aquele que me enviou é verdadeiro, porém vocês não o conhecem. Mas eu o conheço porque venho dele e fui mandado por ele. Então quiseram prender Jesus, mas ninguém fez isso porque a sua hora ainda não tinha chegado."

Meditação

No Evangelho de hoje, João mostra-nos, como diferentemente do que os sinóticos fazem, o grande destaque ao conflito entre Jesus e os judeus em geral pois, naqueles, Jesus se restringe aos dirigentes, fariseus, escribas e sacerdotes. A razão será por que este Evangelho tem como base a comunidade cristã samaritana? Talvez sim, mas talvez não.
Estamos diante da expressão do tradicional conflito entre Israel, reino do norte, e Judá, reino davídico do sul. O messias esperado pelo judaísmo seria um líder que conquistaria a liberdade nacional dos judeus e imporia ao mundo sua religião.
Portanto, trata-se de uma salvação que atingirá a todos os homens e mulheres do mundo inteiro já que os destinatários da salvação o rejeitam.

Ao longo dos capítulos 1 a 12 do Evangelho de João, descobre-se a progressiva revelação que Jesus faz de si mesmo a seus discípulos e ao povo.

Ao mesmo tempo e na mesma proporção, aumenta o fechamento e a oposição das autoridades contra Jesus, a ponto de decidirem a sentença de morte (Jo 11,45-54).

O Capítulo 7, que meditamos no Evangelho de hoje, é uma espécie de balanço no meio do caminho. Ajuda a prever qual será a decisão final.
A geografia da vida de Jesus no Evangelho de João é diferente da geografia nos outros três evangelhos. É mais completa.

De acordo com os outros Evangelhos, Jesus foi para Jerusalém apenas uma vez, quando ele foi preso e sentenciado à morte.

 De acordo com o Evangelho de João, Jesus foi, pelo menos, duas ou três vezes a Jerusalém para a festa da Páscoa. Por isso sabemos que a vida pública de Jesus durou cerca de três anos. O Evangelho de hoje informa que Jesus foi para Jerusalém, mais de uma vez, mas não publicamente. Às escondidas, porque na Judéia os judeus queriam matá-lo.
Aqui no capítulo 7, bem como nos outros capítulos, João fala de "judeus", e de "vós judeus", como se ele e Jesus não fossem judeus.

Esta maneira de falar reflete a situação do trágico fracasso que se deu no final do primeiro século entre os judeus (Sinagoga) e cristãos (Ecclesia).

Ao longo dos séculos, essa forma de falar do Evangelho de João contribuiu para o crescente anti-semitismo. Hoje, é muito importante se afastar dessa polêmica para não alimentar o anti-semitismo. Nós nunca podemos esquecer que Jesus é judeu. Nasceu judeu, viveu como judeu e morreu como tal. Toda sua formação vem da religião e da cultura dos judeus.
A festa dos Tabernáculos era a mais popular de todas as festas celebradas em Jerusalém. Os chefes judeus procuravam Jesus para matá-lo, por isso ele não podia ir abertamente, mas sim como um desconhecido. Ele se apresenta no Templo quando a multidão lhe serve de escudo protetor.
E, desafiando a instituição, proclama solenemente que vem de Deus e que, caso não seja reconhecido, não é por culpa dele, mas porque seus detratores abandonaram os mandamentos de Deus para seguir preceitos humanos. Os seus inimigos sim, têm má vontade e são repressores, por isso o povo tem medo e não se atreve a expressar o que pensa de Jesus.
Ele ensina no Templo e anuncia dois critérios para distinguir quem é de Deus e quem se aproveita do nome de Deus para oprimir o povo: todo aquele que serve à vida e busca o bem para as pessoas, vem de Deus. Todo aquele que oprime e busca ganhar prestigio pessoal não é de Deus. De que lado nós estamos?
Por isso buscam eliminar Jesus. Como aconteceu no passado com os profetas, Jesus, como autêntico profeta e Messias, converteu-se em uma pessoa sumamente fastidiosa e maléfica para os interesses dos chefes do povo.
É urgente que esse tipo desapareça, antes que as pessoas tomassem consciência e provocassem uma revolta que seria fatal e lamentável.

Hoje, como ontem, os profetas que defendem a dignidade do povo excluído e empobrecido e que denunciam a corrupção dos dirigentes sociais, políticos e econômicos, podem ter a mesma sorte: ser eliminados, desaparecidos e exilados.
O preço de uma vida cristã autêntica pode ser a perseguição, o desterro e o martírio. A fidelidade ao seguimento de Jesus tem seu preço.

É aí que se prova a consistência da proposta evangélica de Jesus. Autenticidade e coerência são sinais de saúde. Faz bem pra nós e para os outros também.
Reflexão Apostólica: 
No Evangelho de hoje percebemos descrença gera frutos de morte. Vemos também quantas negativas, quantas vezes com as nossas atitudes e com as nossas palavras também dizemos não ao Senhor, vemos que os escribas dizem muitas vezes sim a eles mesmo e glória que recebiam uns dos outros e não buscavam a glória do Deus vivo, pois para isso temos que renunciar a glória deste mundo

 As pessoas que acreditaram em Jesus procuraram seguir seus ensinamentos e viver uma nova forma de relacionamento com Deus baseado na confiança e na intimidade e isso gera fruto vida em abundância.

Os que não aceitavam as palavras de Jesus não só se privavam desta vida como também procuravam tirar a vida de Jesus. Mas o nosso Deus é o Deus da vida.
O evangelista nos mostra a dificuldade que o ser humano tem para reconhecer Jesus em sua vida, em sua comunidade, em seus semelhantes pobres e sofridos: "mas este, nós sabemos donde é. O Cristo, quando vier, ninguém saberá donde é".
Nossa expectativa é por uma presença marcante e majestosa, quando na realidade Ele está operando em nosso cotidiano, nos pequenos atos que praticamos, nos acontecimentos quase que insignificantes aos nossos olhos.

Aguardamos intervenções rápidas e radicais em nossas vidas, quando sua ação é lenta e consistente, conforme nosso acolhimento e fidelidade aos seus ensinamentos.
Não valorizamos e manifestamos gratidão a graças rotineiras como nossa saúde física, a oportunidade de trabalho que temos, a harmonia em nossa família, ao dom da vida que é renovada e sustentada em nosso dia a dia. Só damos importância a esses fatores quando enfrentamos alguma dificuldade.
Nas horas mais difíceis e angustiosas por que passamos, quando somos fiéis a Deus, não devemos nunca perder a esperança e a certeza da proteção divina que sempre estará presente

O que mais você espera acontecer na sua vida para que você diga: realmente Ele está no meio de nós? Você deseja colaborar com a edificação do reino de Deus no mundo? A quem você tem ouvido? As pessoas sabem que você também é enviado (a) de Deus?

Façamos a nossa escolha e, hoje, digamos sim à glória do Deus vivo renunciando a toda bajulação e glória deste mundo.

Propósito: Descobrir, a cada instante, a proposta nova de Jesus, para cada situação. 
Dia 20

Saiba viver da melhor maneira, buscando atualizar-se constantemente.

Se você parar de aprender, buscar, descobrir e progredir, dará início a um doloroso processo de estagnação.

Por isso, aproveite as oportunidades para adquirir conhecimentos e aprimorar sua inteligência, desenvolvendo ao máximo seu potencial humano.

A vida é um eterno aprendizado.

“Revelará a ele os seus segredos e lhe confiará o tesouro do conhecimento e a compreensão da justiça”. (Eclo 4,21).



terça-feira, 17 de março de 2026

Evangelho do dia 19 março quinta feira 2026


19 março - No dia do nosso grande Patriarca, rezemos para que, começando a exaltá-lo em nosso coração, nos tornemos dignos de vê-lo exaltado por toda a Cristandade. (L 62). SÃO JOSE MARELLO


Mateus 1,16.18-21.24a (ou São Lucas 2,41-51a)

"Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria em segredo. Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor lhe apareceu, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado."

Leitura do santo Evangelho segundo São Lucas 2,41-51a

"Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: 'Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura'. Jesus respondeu: 'Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?' Eles, porém, não compreenderam as Palavras que lhes dissera. Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente."

Meditação:

Enquanto no evangelho de Lucas o anúncio do anjo é feito a Maria, no evangelho de Mateus este anúncio é feito a José. A narrativa de Mateus, com caráter teológico, se fosse interpretada historicamente, levaria à tristeza ao pensar-se nas dúvidas e sofrimentos de José.
Mateus apresenta José como que tendo uma ascendência genealógica remontando a Davi. Por outro lado, os três evangelistas sinóticos, Marcos, Lucas, e o próprio Mateus (13,53-58), mencionam que Jesus foi desprezado em sua própria terra de origem por ter uma origem humilde, o que não condiz com aquela origem davídica, a qual lhe teria proporcionado prestígio.
José, de estirpe davídica conforme a genealogia, tinha Maria em promessa de casamento. Dela, que está fora da genealogia, nascerá Jesus, virginalmente. José, um justo, representa os judeus sinceros.

Maria representa a novidade de Jesus nas comunidades cristãs. Porém, o novo que surge escapa à compreensão de José. Para não a denunciar, resolve romper o vínculo que os unia. Contudo, iluminado pelo anjo, percebe que se trata de obra de Deus e resolve acolhê-la.

Lucas, no início de seu evangelho, com as narrativas de infância, apresenta a presença de Jesus em Jerusalém e, no fim, após a ressurreição, apresenta a recomendação da permanência dos discípulos em Jerusalém (Lc 24,49-52).

Sua intenção teológica é apresentar o cristianismo como um novo Israel, que se irradia a partir da velha Jerusalém. Os demais evangelistas apresentam a Galiléia, e não Jerusalém, como o centro da retomada da missão depois da ressurreição.

Nesta cena do menino Jesus entre os doutores do Templo, vemos a autonomia de Jesus em relação a seus pais e a sua ascendência no tocante aos mestres do Templo. Acima da paternidade de José e da sabedoria dos mestres está a paternidade e a sabedoria do Pai celestial. 

A mensagem teológica de Mateus é que os judeus devem aceitar as novas comunidades cristãs, vendo nelas a obra de Deus.
A Sagrada Família, José, Maria, e Jesus, em sua humildade e simplicidade corresponde ao projeto de Deus de "exaltar os humildes e depor os poderosos de seus tronos", conforme proclamado por Maria (Lc 1,52).

Mateus, em sua narrativa, parece apresentar José como representante dos israelitas sinceros, e Maria como as novas comunidades surgidas em torno de Jesus, sugerindo que estes israelitas acolham estas novas comunidades, unindo-se a elas.

Reflexão Apostólica

Assim como São José, temos que nos colocar nas mãos de Deus, para que Suas promessas sejam cumpridas na nossa vida e na de muitos. Também nós sejamos testemunhas da fidelidade de Deus, retribuindo a ela por uma vida santa, agradável a Ele, reconhecendo-O como nosso Pai, como nosso rochedo, firmes na aliança de amor que selou conosco por meio de Seu Filho, encarnado no ventre de Maria.
Para que, a exemplo do pai adotivo de Jesus, correspondamos aos planos do Altíssimo, tenhamos uma fé semelhante a sua, pois, é ela que nos leva a uma vida justa como a dele. Foi pela fé que o esposo de Maria se tornou, em Cristo, pai de muitos povos, sendo reconhecido como padroeiro universal da Igreja. Cultivando uma fé assim, animados pelo seu testemunho, geraremos muitos filhos para Deus.
 Aprendamos com São José a esperar contra toda a humana esperança, confiando plenamente no Senhor, expressando esta nossa esperança sobrenatural com verdadeiras atitudes de fé, que nos garantam, assim como ele, tomarmos posse da herança eterna que nos está reservada.
O marido da Virgem Santíssima, o justo José, nos ensina a estarmos atentos à voz de Deus e a deixarmos que Ele reoriente a nossa vida de acordo com a Sua santa e soberana vontade, de modo que acolhamos a salvação e permitamos que ela alcance a muitos. Como José, o filho de Davi, obedeçamos prontamente a Deus, sem demora, fazendo tudo conforme Ele nos manda.
Peçamos a Jesus a disponibilidade, a fé e a obediência de seu pai, São José. Busquemos o auxílio de Nossa Senhora, para que ela nos ajude a sermos íntimos de seu castíssimo esposo, de modo que também desfrutemos da sua amizade e proteção.

Lembremos de que a fé e a obediência testemunhadas por José são frutos de uma vida de intimidade com o Senhor. Sigamos o modelo de vida do pai de Jesus e seremos, como ele, um canal de bênçãos para todos, sendo plenamente recompensados pelo nosso Pai do Céu. 

Oração: Pai, teu Filho encarnou-se para salvar a humanidade e reconduzi-la à comunhão contigo. Torna-me solícito para acolher o caminho da salvação aberto por ele. Ajuda-me a contemplar tua ação maravilhosa em relação à concepção de teu Filho Jesus. Que eu reconheça nela tua oferta gratuita de salvação para toda a humanidade. "Lembrai-vos de nós, São José, e intercedei com as vossas orações junto do vosso Filho; tornai-nos também propícia a Virgem vossa Esposa, que é a Mãe d’Aquele que vive e reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos sem fim! Amem!"

Propósito: Procurar ver tudo, hoje, com olhar de fé e disponibilidade a Deus. 

 Oração a São José pelas famílias

São José, protetor da família de Nazaré e de nossas famílias,

ensina-nos a nos relacionar, respeitar, falar, trabalhar e amar,

como ensinaste a Jesus no lar de Nazaré.

Peço-te especialmente por estas famílias: (........).

Abençoa a todas as pessoas destas famílias

e alcança-nos a graça de cumprir o Projeto de Deus,
como a Família de Nazaré. Amém.

 


domingo, 15 de março de 2026

Evangelho do dia 18 março quarta feira 2026


18 –
Aniversário do reconhecimento diocesano da Congregação dos Oblatos de São José (1901).

"Filius accrescens Jospeh” José, filho que cresce. Os filhos de São José também devem crescer, pelo menos no culto ao seu Santo Patrono. (L 210). São Jose Marello


João 5,17-30

"Então Jesus disse a eles: O meu Pai trabalha até agora, e eu também trabalho. E, porque ele disse isso, os líderes judeus ficaram ainda com mais vontade de matá-lo. Pois, além de não obedecer à lei do sábado, ele afirmava que Deus era o seu próprio Pai, fazendo-se assim igual a Deus.Então Jesus disse a eles: Eu afirmo a vocês que isto é verdade: o Filho não pode fazer nada por sua própria conta, pois ele só faz o que vê o Pai fazer. Tudo o que o Pai faz o Filho faz também, pois o Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que está fazendo. E vai mostrar a ele coisas ainda maiores do que essas, e vocês vão ficar admirados. Porque, assim como o Pai ressuscita os mortos e lhes dá vida, assim também o Filho dá vida aos que ele quer. O Pai não julga ninguém, mas deu ao Filho todo o poder para julgar a fim de que todos respeitem o Filho, assim como respeitam o Pai. Quem não respeita o Filho também não respeita o Pai, que o enviou. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: quem ouve as minhas palavras e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não será julgado, mas já passou da morte para a vida. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vem a hora, e ela já chegou, em que os mortos vão ouvir a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. Assim como o Pai é a fonte da vida, assim também fez o Filho ser a fonte da vida. E ele deu ao Filho autoridade para julgar, pois ele é o Filho do Homem. Não fiquem admirados por causa disso, pois está chegando a hora em que todos os mortos ouvirão a voz do Filho do Homem e sairão das suas sepulturas. Aqueles que fizeram o bem vão ressuscitar e viver, e aqueles que fizeram o mal vão ressuscitar e ser."

Meditação

O Evangelho de João é diferente dos outros três. Revela uma dimensão mais profunda que só a fé consegue captar nas palavras e nos gestos de Jesus.

Os padres afirmam que o evangelho de João é “espiritual”, revela o que o Espírito ajuda a descobrir nas palavras de Jesus (Jo 16,12-13). Um exemplo bonito desta dimensão espiritual do evangelho de João é o texto que meditamos hoje.
Criticado pelos judeus por ter curado em dia de sábado Jesus responde: “Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho!”
Os judeus ensinavam que no sábado não se podia trabalhar, porque até o próprio Deus tinha descansado e não trabalhou no sétimo dia da criação (Ex 20,8-11).
Jesus afirma o contrário. Ele afirma que o Pai sempre trabalhou até agora. Por isso, também Jesus trabalha, e até no sábado. Imita seu Pai!

Para Jesus, a obra criadora não está acabada. Deus continua a trabalhar, incessantemente, dia e noite, sustentando o universo e todos nós.
Jesus colabora com o Pai continuando a obra da criação para que todos, um dia, possam entrar no repouso prometido. A reação dos judeus foi violenta. Queriam matá-lo por dois motivos: para negar o sentido do sábado e por se igualar a Deus.
Nem o tempo pode reduzir o espaço da ação divina. Com estas palavras fica deslegitimada aquela interpretação da lei do repouso sabático, o qual, em lugar de ser um tempo de sossego, constrange o praticante, estressa-o talvez até mais do que o trabalho da semana.
Mas também fica estabelecida a íntima identidade que existe entre Jesus e Deus, a quem chama abertamente de "meu" Pai, o que acentua o ódio e a inveja dos judeus.
O que segue não é nem sequer uma tentativa de defesa da parte de Jesus, mas o anúncio aberto e claro de sua identidade como filho de Deus, enviado do Alto.
Os versículos 19-21 revelam algo da relação entre Jesus e o Pai. Jesus, o filho, vive numa atenção permanente diante do Pai. O que ele vê fazer o Pai, também ele o faz. Jesus é o reflexo o Pai.
É o rosto do Pai! Esta atenção total do Filho ao Pai, faz com que o amor do Pai possa entrar totalmente no Filho e através do Filho possa realizar sua ação no mundo.
De uma forma admirável, o evangelho de João nos mostra a filiação divina de Jesus. Ele não é "filho de Deus" como assim se afirmavam os faraós e imperadores.
Ele é Filho do Deus, Pai e Mãe, carinhoso e misericordioso, autor da vida. Jesus continua a obra criadora de Deus. Esta continuidade implica a libertação dos oprimidos e a restauração da vida, onde ela é ameaçada.
A missão de Jesus é realizar a vontade do Pai. As ações de Jesus estão inspiradas e legitimadas pela ação contínua do Pai: crer, salvar (redimir) e santificar. Em criar, salvar e santificar se manifesta o amor de Deus. E Jesus veio tornar visível, tangível e possível o amor de Deus no meio da humanidade.
A vontade do Pai é que façamos o bem, que coloquemos nossa vida a serviço da vida para todos. A comunhão de vida com o irmão é a comunhão de vida eterna com Deus.
A vontade do Pai é que “todos os seres humanos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” e essa é a missão permanente de Jesus.
É isto que os dirigentes religiosos não podiam compreender: como é possível que Jesus se atreva a chamar a Deus de Pai (Abba, papai) com uma confiança tal que a eles soava como ofensa grave a Deus? Como é possível que se atreva a afirmar que sabe o que Deus pensa, sente e faz e, mais ainda, que ele pensa, sente e age como Deus?
Também hoje os cristãos são chamados a realizar em tudo a vontade de Deus. Essa é, precisamente, nossa missão em meio à vida presente.
Jesus nos chama a participar da vida plena, eterna, de Deus, sempre que estivermos acima do nosso egoísmo, e soubermos amar aos irmãos, depois de crer e honrá-lo. Temos a intenção de viver a vontade de Deus sem medo do ridículo e da hostilidade dos que nos rodeiam? Fazemos da misericórdia e do amor as atitudes mais fundamentais de nossa vida?

Praticando uma vida saudável somos chamados a prolongar a missão salvadora e libertadora de Jesus em nossa história.

Reflexão Apostólica: 
Quantas foram as vezes que sentimos que estávamos sós? Sem ajuda de DEUS? Pois saibam que neste mundo a morte foi vencida para os que crêem em Jesus e em Deus Pai.
Para todos aqueles que só crêem em si mesmo, e colocam os ensinamentos de Deus em segundo lugar, não há salvação, pois Deus sabe aqueles que o servem.
De nada adianta levarmos nossa vida sem os ensinamentos que nos salvam dos piores inimigos. A INJUSTIÇA é o caminho dos que não nos amam. É a VERDADE que carrega nossa vida e não os falsos ensinamentos. Creiam nisso e nos salvaremos.
Creiam em Deus e crerão na VERDADE. Apliquem sobre vocês o conhecimento que Deus lhes provê para julgar as minhas palavras.
Não somos inúteis em nenhum momento, somos o que Deus escolheu para servi-lo. Cada um com um caminho e o mesmo caminho para Deus.
Contudo, só Jesus, aquele que julga pelo Pai, sabe que caminho Ele deixou. Não será a VERDADE desonrada, mas desonrado o que nela não caminha.
Como gostaria que estivessem acordados para verem as desonras com Jesus. São tantas que nem sei contar. São tantas, que não sabemos como o ser humano consegue aplicar em sua vida.
Cada um será cobrado de acordo com o seu trabalho e não haverá misericórdia para aqueles que não amam a Deus Filho pois o Pai, não aceitou ainda o desmando do mundo e nem aceitará.
O próprio Pai, que observa a natureza se destruir em mãos humanas, observa também, o homem se destruir em caminhos errados para o Reino.
Ah, meu Deus não é um Deus somente de AMOR, como muitos ainda crêem. Não provoquem nele a ira e não serão provocados à morte. Ele é Deus! O Dono da Criação, o Senhor da Vida.
Ressuscitem para vida eterna e não para a morte. Não achem que o Pai vai desonrar a Jesus que o honrou e honra, ainda hoje.
Creiam nisto: Para o Pai não há nenhuma importância em condenar ninguém que, de fato, merece ser condenado.
Como gostaria que estivessem acordados! Seria como se pousasse em sua vida uma nova vida de PAZ e AMOR. Não está PAZ que pensamos, mas a PAZ deixada por Cristo. Esta PAZ nos faz maiores do que aqueles que caminham sem conhecê-la.
Tudo o que fazemos é buscar a salvação nos ensinamentos de Deus e, como discípulo, levar aos irmãos o que Deus nos fala, não a minha verdade, mas a VERDADE Salvador.
Enquanto que os homens mais poderosos usam suas palavras de forma hábil, nós aprendemos que nossas palavras se colocam em conformidade com os ensinamentos de Deus. Não fazemos nada por nós mesmos, senão pelo Pai em seu Filho Jesus.
Como seguidores de Cristo, devemos colocar nossa vida a serviço do próximo, e sempre procurar fazer o bem para sermos salvos, para termos a vida eterna, "
Aqueles que fizeram o bem vão ressuscitar e viver, e aqueles que fizeram o mal vão ressuscitar e ser”, ou seja, Jesus com sua prática amorosa, nos deixa livre para escolhermos, entre praticar o bem ou o mal, ser contra ou favor Dele e da vida.
Mesmo quando acharmos que não temos salvação, Jesus é o único que poderá nos salvar, Ele é "
o justo para os injustos, para levar-nos a Deus" (1Pd 3, 18), aquele que deu a própria vida, para que nós saíssemos da morte para vida.

Dia 18

Saiba que, embora o permita, Deus não quer o sofrimento de seus filhos.

Nos Evangelhos, percebe-se com clareza a preocupação de Jesus com os sofredores.

Quando presenciava a fome, a miséria, as doenças, a aflição e o padecimento do povo, ficava comovido e repleto de compaixão.

Em seus ensinamentos, ele explicou que o sofrimento pode ser enfrentado e superado.

Essa atitude de Jesus pode ser aplicada à sua vida.

Jamais esmoreça diante das dificuldades.

Nos momentos mais difíceis, Deus carrega seus filhos no colo.

“Eu penso que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a glória que há de ser revelada em nós”. (Rm 8,18).

 


Evangelho do dia 17 março terça feira 2026


17 - Que Deus cumule os nossos corações com aquela confiança que guiava o nosso Santo Patrono em todos os passos da sua via. (L 159). São Jose Marello


João 5,1-16

"Depois disso, houve uma festa dos judeus, e Jesus foi até Jerusalém. Ali existe um tanque que tem cinco entradas e que fica perto do Portão das Ovelhas. Em hebraico esse tanque se chama "Betezata". Perto das entradas estavam deitados muitos doentes: cegos, aleijados e paralíticos. [Esperavam o movimento da água, porque de vez em quando um anjo do Senhor descia e agitava a água. O primeiro doente que entrava no tanque depois disso sarava de qualquer doença.] Entre eles havia um homem que era doente fazia trinta e oito anos. Jesus viu o homem deitado e, sabendo que fazia todo esse tempo que ele era doente, perguntou: " Você quer ficar curado?" Ele respondeu: Senhor, eu não tenho ninguém para me pôr no tanque quando a água se mexe. Cada vez que eu tento entrar, outro doente entra antes de mim. Então Jesus disse: "Levante-se, pegue a sua cama e ande!" No mesmo instante, o homem ficou curado, pegou a cama e começou a andar. Isso aconteceu no sábado. Por isso os líderes judeus disseram a ele: "Hoje é sábado, e a nossa Lei não permite que você carregue a sua cama neste dia." Ele respondeu: O homem que me curou me disse: "Pegue a sua cama e ande." Eles perguntaram: Quem é o homem que mandou você fazer isso? Mas ele não sabia quem tinha sido, pois Jesus havia ido embora por causa da multidão que estava ali. Mais tarde Jesus encontrou o homem no pátio do Templo e disse a ele: " Escute! Você agora está curado. Não peque mais, para que não aconteça com você uma coisa ainda pior." O homem saiu dali e foi dizer aos líderes judeus que quem o havia curado tinha sido Jesus. Então eles começaram a perseguir Jesus porque ele havia feito essa cura no sábado."

Meditação

Nesta narrativa do evangelho de João destacam-se o seu simbolismo e os detalhes do diálogo.
Este episódio evangélico está perpassado pelo tema da vida e da morte. Aí se fala de doenças e de doentes: uma multidão de enfermos está postada na piscina de Betesda nutrindo no coração a esperança de recobrar a vida. Há entre eles uma verdadeira porfia nesta corrida pela vida, pois quem tocasse primeiro na água borbulhante, seria agraciado com a cura.
Neste contexto, Jesus é presença de vida que passa quase despercebida. Ele transita no meio da multidão abatida pela doença e pela morte. Seu poder vivificador será usado com comedimento e discrição. A vida jorrará não da água da piscina, e sim da força de sua palavra eficaz. Sua pessoa será a fonte da vida.
O homem do Evangelho de hoje, esperava por ajuda há trinta e oito anos e continuava na mesma. Jesus veio sacudi-lo e questionar a sua inércia. Às vezes, nós nem sabemos se queremos o que esperamos acontecer na nossa vida.
Na maior parte do tempo nós vivemos “deitados (as)” nos nossos problemas e dificuldades, acomodados (as) e inertes, somente vendo a banda passar e as coisas “boas” acontecerem com os outros. Jesus também nos interpela: “Queres ficar curado?”
Podemos não ser paralíticos (as), coxos ou cegos (as), fisicamente, mas podemos estar deitados (as), esperando que alguém venha levar-nos para mais perto da piscina do Espírito Santo.
“Não tenho ninguém que me leve”, esta é a desculpa de muitos de nós que ficamos esperando o socorro de alguém que nunca chega. Jesus se aproxima, e ordena: “Levanta-te, pega na tua cama e anda!”
Pegar na cama é fazer a nossa parte, não ficar parado, somente esperando e pondo a culpa nas outras pessoas achando que vida boa é sempre a dos outros.
Nós murmuramos, nós reclamamos, nos maldizemos e, quando vem um anjo nos alertar e mexer na água do nosso coração, nós nem notamos e continuamos na mesmice.
Não percebemos a hora da graça. Jesus, porém, aproxima-se de nós, nos alerta e nos questiona para que demos o passo decisivo.
Ao homem que ficou curado Jesus recomendou: “Não voltes a pecar, para que não te aconteça coisa pior” O pecado nos paralisa e nos deixa presos a nós mesmos (as).
Precisamos, pois, dar o passo para o arrependimento e para isso, não precisamos da ajuda de ninguém, só de boa vontade.
O pobre paralítico, impossibilitado de mover-se depressa, foi quem experimentou a ação vivificante desta nova fonte, Jesus. E recobrou, para além da vida física, sua vida social e religiosa. Superada a marginalização em que se encontrava, abriu-se para ele uma nova perspectiva de vida.
Entretanto, este cenário de vida foi transtornado pela perspectiva de morte que despontou no horizonte de Jesus. Os judeus decidiram matar quem dera a vida, eliminando-a no seu nascedouro. Quem dera a vida corria o risco de ser morto, pelo fato mesmo de ter-se posto a serviço da vida.
Há quanto tempo você está parado (a) perto da piscina da graça do Espírito Santo? Por quem você está esperando para aproximar-se do banquete que Jesus quer oferecer-lhe? Por que você não se levanta pega a sua cama (sua vida) e segue a Jesus?

Reflexão Apostólica: 
O Evangelho de hoje nos traz a mente uma palavra muito interessante, que ouvimos constantemente, mas poucas vezes colocamos em prática: O DISCERNIMENTO.
No evangelho, vemos que muitas pessoas esperavam o dia em que o anjo ia vir para movimentar a água da piscina e realizar o milagre da cura.
Quantos, dos que estavam deitados, próximo a piscina, necessitavam daquele milagre, ou simplesmente daquela fé que os mantinham vivos?
Pois é, hoje muitas pessoas se encontram "às margens da piscina", mas não por deficiências físicas como os cegos, coxos e paralíticos, e sim, por um vazio espiritual.
Este vazio aparece quando não encontramos motivos e razões para viver a vida de forma plena. Por isto, Jesus veio nos libertar, de nós mesmos, com sua vida.
Dentro de nós existem pecados que nos prendem, nos aprisionam e nos fazem viver às margens da vida esperando sempre por um milagre.
Estando na posição de Jesus, tendo o poder de perdoar os pecados e curar os doentes; o que nós faríamos? Seguiríamos as regras da lei dos judeus, não realizando a cura no sábado e deixando para o "próximo dia útil"? Ou utilizaríamos o "bom senso" e daríamos ao doente uma oportunidade de sentir-se livre após tantos anos?
Pois bem, Jesus sabia que era sábado e que não "poderia" realizar curas, mas Jesus não teve dúvidas que libertar o doente de tudo que o aprisionava seria mais valioso que guardar um dia de sábado sem uma ação de piedade.
O evangelho também chama atenção para o nosso individualismo, cada um buscando a solução para os seus problemas, não se permitindo ser solidário com o próximo.
Muitas pessoas têm fé, mas por viver em pecado, se sentem paralisadas, e não conseguem voltar e caminhar novamente para o Pai.
Às vezes não percebemos que ajudando o próximo estamos resolvendo muitos de nossos problemas. Sozinhos nós não venceremos, ouçamos Jesus perguntando: "Queres ser curado?" A Palavra de Cristo é a luz que nos mostrará o caminho da salvação, da libertação, da vida e da paz.
Transferindo tudo isto para o nosso dia-a-dia... Quantas vezes deixamos outras pessoas aprisionadas ao sofrimento, à tristeza e a tantos outros sentimentos ruins, por ser um dia de descanso nosso, ou porque, simplesmente, "não podemos"?
Você nunca encontrou alguém necessitando de ajuda? Qual sua foi sua atitude? Não deu atenção, porque você também precisava de ajuda? Ou fez como Jesus, que parou, se aproximou, conversou, perguntou oferecendo sua ajuda?
Um sábado, domingo ou feriado em que não queremos abrir mão do nosso descanso para libertar um amigo da própria prisão... Bem talvez nosso discernimento esteja sendo parcial demais, em prol dos nossos benefícios.
Propósito: Tanto nos bons momentos como nos menos bons ter sempre a certeza de que: "Deus está aqui. O Senhor dirige a minha vida! Meu futuro está nas suas mãos." (Sl 16,5) 

Dia 17

Quando trabalham pelo Reino de Deus, geralmente as pessoas são alvo de inveja, ciúmes e críticas.

Se isso lhe ocorrer, lembre-se de que Deus está sempre a seu lado e conhece o mais íntimo do coração.

Fique calmo e confie na misericórdia divina.

Alimente-se da palavra de Deus e pense de modo positivo.

Não se esqueça de que possui dons e talentos para serem colocados a serviço do Reino de Deus.

O Senhor espera isso de você!

Siga em frente com coragem e perseverança!

Deus está sempre a seu lado.

Entregue-se a ele e confie!

“Anunciarei o teu nome aos meus irmãos, vou te louvar no meio da assembleia”. (Sl 22[21],23).

 


EVANGELHO DO DIA 22 MARÇO 2026 - 5º DOMINGO DA QUARESMA

22 março - São José nos ensine o modo de cuidar de nossos alunos, aliás, seja ele mesmo o seu Cuidador. (L 170). São José Marello Evangel...