quarta-feira, 1 de abril de 2026

Evangelho do dia 05 abril 2026 - PÁSCOA DO SENHOR


5 abril - Não há tempo nem lugar onde não seja possível fazer alguma coisa. Cada palavra, cada passo, cada desejo, pode ser a matéria prima dos interesses de Jesus. (L 76). São José Marello


João 20,1-9 - 05 abr 2026
"Domingo bem cedo, quando ainda estava escuro, Maria Madalena foi até o túmulo e viu que a pedra que tapava a entrada tinha sido tirada. Então foi correndo até o lugar onde estavam Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus amava, e disse: - Tiraram o Senhor Jesus do túmulo, e não sabemos onde o puseram!
Então Pedro e o outro discípulo foram até o túmulo. Os dois saíram correndo juntos, mas o outro correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro. Ele se abaixou para olhar lá dentro e viu os lençóis de linho; porém não entrou no túmulo. Mas Pedro, que chegou logo depois, entrou. Ele também viu os lençóis colocados ali e a faixa que tinham posto em volta da cabeça de Jesus. A faixa não estava junto com os lençóis, mas estava enrolada ali ao lado. Aí o outro discípulo, que havia chegado primeiro, também entrou no túmulo. Ele viu e creu. (Eles ainda não tinham entendido as Escrituras Sagradas, que dizem que era preciso que Jesus ressuscitasse.) E os dois voltaram para casa."

 Reflexão para o Domingo da Ressurreição - João 20, 1-9

 O evangelho que a liturgia propõe neste Domingo de Páscoa é João 20,1-9. Ao invés de ser um relato da ressurreição, como normalmente vem chamado, esse é, na verdade, um relato do “sepulcro encontrado vazio”, pois a ressurreição em si não é relatada, é indescritível, ao contrário da paixão e da morte de Jesus, as quais são descritas minuciosamente pelos evangelhos. Esse fato pode parecer estranho, considerando que é a ressurreição o evento fundante do cristianismo e, por isso, o centro da fé cristã, e foi exatamente em função dessa que os evangelhos foram escritos. Mesmo assim, os evangelistas não conseguiram descrevê-la. O texto proposto hoje – Jo 20,1-9 – é apenas a introdução daquilo que o Quarto Evangelho dedica à ressurreição, sem, no entanto, descrevê-la: a descoberta do sepulcro vazio, o que pode significar muita coisa ou quase nada, a depender de quem faz a constatação. Três personagens entram em cena nesse texto: Maria Madalena, Simão Pedro e o Discípulo amado. O número três já é, por si, um grande e rico sinal; se trata de um indicativo teológico: significa uma comunidade que, embora se encontre profundamente abalada, devido ao final trágico de seu líder, aos poucos vai sendo recomposta, à medida em que a esperança será recuperada.

O primeiro versículo apresenta o retrato da comunidade antes de vivenciar a experiência da ressurreição: “No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo” (v. 1). O “primeiro dia da semana” é o dia seguinte ao sábado, último dia da antiga criação. Com essa expressão, o evangelista indica que há uma nova criação em curso; um novo tempo e um novo mundo estão sendo gestados, mas ainda está na etapa primordial, o caos, simbolizado pela expressão “quando ainda estava escuro”; o escuro, como sinônimo de caos, fora constatado também na primeira criação (cf. Gn 1,1-2). Na verdade, o indicativo temporal “bem de madrugada” e seu complemento enfático “quando ainda estava escuro” significam muito mais que um dado cronológico; é o indício da mentalidade da comunidade naquelas circunstâncias. A ausência de Jesus e a procura pelo seu corpo na morada dos mortos, o túmulo, reflete uma realidade de trevas na comunidade. Essa situação de trevas não se deve à ausência da luz física, mas significa que a vida não está triunfando na comunidade, ou seja, a morte está prevalecendo. Trevas é ausência de vida e de esperança, sobretudo na teologia de João.

Sem a experiência do Ressuscitado, a situação da comunidade é caótica, pois essa fica sem rumo, sem saber o que fazer, como vemos na postura de Maria Madalena: “Então, ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do túmulo e não sabemos onde o colocaram” (v. 2). A pressa e as palavras de Maria Madalena indicam uma situação de quase desespero. Embora o texto de João registre apenas a ida de Maria Madalena ao sepulcro, é mais provável que tenha sido um grupo de mulheres, como consta nos evangelhos sinóticos (cf. Mt 28,1; Mc 16,1; Lc 24,1); João cita somente a Madalena para recordar o protagonismo dela na comunidade primitiva e para delimitar o número três com os dois discípulos mencionados (Pedro e o Discípulo Amado), dando uma ênfase teológica maior ao fato, indicando uma comunidade, pois o número três significa completude.

Ir ao túmulo é a atitude de quem acredita que a morte triunfou, pois o túmulo é a morada dos mortos, é um depósito de cadáver, mas é também uma manifestação de amor por aquele que julgava estar morto. A surpresa e o espanto de Maria Madalena são causados exatamente pela ausência do cadáver no túmulo. A cultura da morte e o desânimo estavam tão presentes na mente dos discípulos que nem mesmo a pedra removida do túmulo fora suficiente para animá-los. De fato, a remoção da pedra e a ausência do corpo de Jesus causaram, inicialmente, preocupação e espanto, ao invés de alegria e esperança. Na fala de Maria Madalena vem expressa a falência da comunidade: mesmo reconhecendo Jesus como “Senhor”, ela sente a falta de um cadáver; quer saber onde está o corpo morto para reverenciá-lo, provavelmente com os perfumes, e chorar junto dele. É a situação de quem ainda estava agindo na escuridão, sem reconhecer o novo dia que estava para nascer.

Com o aviso de Maria Madalena, também Pedro e o Discípulo Amado tomam a iniciativa de ir ao túmulo para conferir a veracidade da informação, uma vez que a palavra da mulher não era digna de credibilidade naquela sociedade: “Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo” (v. 3). Continuando, diz o texto que “Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo” (v. 4). A pressa do Discípulo Amado revela sua fidelidade, testada e comprovada aos pés da cruz (cf. 19,25-27), característica da pessoa amada. Somente quem fez uma autêntica e profunda experiência de amor com o Senhor é capaz de opor-se ao clima de morte reinante na comunidade, por isso, esse discípulo é anônimo; o evangelista não lhe dá um nome, mas apenas um adjetivo: amado.

Os personagens anônimos no Evangelho segundo João têm a função de paradigmas para a sua comunidade e os seus leitores de todos os tempos; assim, todo aquele que ler esse evangelho deve tornar-se um “discípulo amado” também. Ele, o Discípulo Amado chegou primeiro e comprovou que a informação da Madalena era verídica: “viu as faixas de linho no chão, mas não entrou” (v. 5). À pressa do Discípulo Amado opõe-se a lentidão e o desânimo de Pedro, após ter sido tão incoerente com o Mestre na fase final de sua vida: opôs-se a ele na ceia, no momento do lava-pés (cf. Jo 13,6-8), e o negara durante o processo (cf. Jo 18,15-27). A falta de motivação de Pedro foi, certamente, marcada pelo remorso da negação e outras incoerências, o que será transformado quando experimentar o Ressuscitado em sua vida.

O Discípulo Amado, embora tenha chegado primeiro, espera que Pedro também o chegue e faça a sua experiência: “Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho no chão” (v. 6). Tendo entrado no túmulo, Pedro comprova a ausência do corpo de Jesus e, certamente, faz uma longa reflexão a respeito de tudo o que tinha acontecido nos últimos dias. Embora a tradução litúrgica diga que ele “viu” as faixas de linho, o evangelista emprega um verbo de significado muito mais profundo: “contemplar” (em grego: θεωρέω theorêo), o que significa mais que simplesmente ver; inclusive, desse verbo grego deriva a palavra teoria, como consequência de uma observação profunda: um olhar contemplativo, processado na mente e no coração.

Depois de Pedro, entra também o Discípulo Amado no túmulo. Tendo chegado primeiro, poderia ter entrado logo, mas preferiu esperar que Pedro chegasse e entrasse logo. Não se trata de uma preeminência de Pedro, como sugerem algumas interpretações, uma vez que na comunidade joanina não ainda havia espaço para hierarquia, como Jesus mesmo deixou claro no lava-pés; era na verdade uma questão de necessidade: quem, de fato, necessitava de uma experiência mais forte era Pedro, pois, depois de Judas, foi o discípulo que mais tinha fracassado até então, impondo sempre resistências aos propósitos de Jesus, além da negação durante o processo. Já o Discípulo Amado tinha feito uma experiência autêntica com o Senhor durante toda a sua vida, por isso, “viu e acreditou” (v. 8); não se deixou vencer pelos sinais de morte vistos dentro do túmulo, mas reforçou ali a sua fé.

Para Pedro, foi necessário um pouco mais de tempo, pelo menos algumas horas, para convencer-se de que o Senhor ressuscitou e vive (cf. Jo 20,19ss). Mas, os sinais estão apontando para isso: interiormente, ele já estava “teorizando” sua fé, reconstruindo-a lentamente, uma vez que os acontecimentos do lava-pés ao julgamento de Jesus foram muito fortes e deixaram suas expectativas bastante comprometidas. Será o próprio Senhor Ressuscitado a ajudá-lo no processo de reconstrução da fé, posteriormente, com a tríplice pergunta: “Pedro, tu me amas?” (cf. Jo 21,15-19). Sem amor, não há discipulado e, muito menos, experiência pascal. As percepções diferentes do sepulcro vazio por Maria, Pedro e o Discípulo Amado são sinais da diversidade que marca comunidade cristã desde os seus primórdios. Os três viram o mesmo fenômeno, mas cada um reagiu à sua maneira: Maria com espanto e choro (cf. Jo 20,11), Pedro com silêncio, e o Discípulo Amado com fé. Embora a dimensão comunitária da fé seja indispensável, as experiências de percepção e reação diante do mistério são sempre pessoais e devem ser respeitadas.

É o conhecimento da Escritura que, gradativamente, vai habilitando a comunidade a crer na ressurreição (v. 9), pois é na Escritura que os planos de Deus são indicados e conhecidos. A fé de Pedro, de Maria Madalena e dos demais será reformulada aos poucos, a cada “primeiro dia” quando se reunirem para a comunhão fraterna, compreendendo a partilha do pão e a leitura da Escritura. A comunidade que não coloca a Escritura no centro da sua existência, tende a repetir a situação inicial desanimadora de Maria Madalena, pois sem a Escritura “não sabemos onde está o Senhor” (v. 2).

A propósito de Maria Madalena, é necessário considerar o fato de todos os evangelistas mencionarem as mulheres como as primeiras personagens dos acontecimentos do “primeiro dia”; mesmo não acreditando em primeira hora, é a partir da visão e das palavras delas que a ressurreição vai se tornando realidade na vida da comunidade. Ora, se os evangelistas, e João em particular, pretendem apresentar uma nova criação, a gestação de um novo mundo e um novo tempo, é imprescindível que o papel da mulher seja evidenciado. Mulher é sinônimo de vida nova, pois ela é, por excelência, geradora de vida. Mesmo quando a vida nova não é gerada no ventre de uma mulher, como no caso extraordinário da ressurreição, mas é da intuição e da perspicácia de uma mulher (ou de várias, como nos evangelhos sinóticos) que brotam as razões para a constatação dessa nova vida. Se na antiga criação a mulher não passava de uma companhia para o homem, na nova criação ela assume um protagonismo ímpar: é a primeira a ver e a falar.

Além da compreensão da Escritura, é necessária a experiência do amor autêntico para a fé e o encontro com o Ressuscitado. O Discípulo Amado já tinha completado essas duas etapas, por isso, somente Ele acreditou em primeira mão, pois foi capaz de ler os sinais do sepulcro aberto e o corpo ausente à luz do amor e das Escrituras. Só crê num primeiro momento quem ama e sente-se amado, como aquele Discípulo sem nome, ao qual o evangelista quer que todos os seus leitores se assemelhem! Assim, concluímos voltando para o nosso início: a ressurreição não pode ser descrita, pode apenas ser experimentada. Para isso, é necessário fazer a experiência do amor profundo e do conhecimento da Escritura.

Dia 05

Você já ouviu esta frase: “Águas passadas não movem moinhos”?

Isso significa que o que passou não volta mais.

Mesmo que, no passado, tenha sofrido muito, mantenha a confiança no presente e no futuro.

Infelizmente, muitas pessoas vivem o hoje presas ao ontem; com isso, perdem muitas oportunidades concedidas pelo agora.

Procure pensar em coisas boas!

Aproveite o momento atual!

Jamais fique remoendo o que passou.

Acolha o presente como um dom.

“Só em Deus repousa a minha alma; dele vem minha salvação.

Só ele é meu rochedo e minha salvação, minha rocha de defesa: jamais vou vacilar”. (Sl 62[61],2-3).

 

Evangelho dodia 04 abril sábado 2026 - VIGILIA PASCAL


04 - Situação diferente, possibilidade diferente de fazer o bem, maneira diferente de acumular merecimentos. (L 22). SÃO JOSE MARELLO


EVANGELHO DO DIA

Jesus ressuscitou como disse - Mateus 28,1-10

Depois do sábado, ao raiar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. [...] Então o anjo falou às mulheres: “Vós não precisais ter medo! Sei que procurais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui! Ressuscitou, como havia dito! Vinde ver o lugar em que ele estava. Ide depressa contar aos discípulos: ‘Ele ressuscitou dos mortos e vai à vossa frente para a Galileia. Lá o vereis’. É o que tenho a vos dizer”. [...].

Meditação

A experiência que nos comunica o Evangelho (Mateus 28,1-10) se realiza ao largo de nossa vida: após um momento de grande fervor e concentração, nossos ânimos se dispersam nas mil tarefas cotidianas. Nós nos apegamos tanto ao imediato que esquecemos o grande horizonte que representa a aurora do ressuscitado. Inclusive não faltam os momentos que nos deixamos envolver pelo cansaço, o sem sentido, e pensamos em Jesus de Nazaré só como figura insigne de um passado remoto... Porém, a graça e a força do ressuscitado consistem precisamente em fazer presente, em cada momento de nossa existência, a vida e a obra de uma pessoa que a história nunca poderá esquecer. Logo após termos sido tocados por Jesus de Nazaré nossa vida não pode mais ser a mesma.

A intenção das mulheres de embalsamar a Jesus, foi deixada de lado por outro acontecimento. Pensaram em tudo, menos naquilo que aconteceu. Elas ficaram paradas na hora da morte de Jesus; mas ele ressuscitou. Já não têm o que fazer ali e como ainda não têm fé, não conseguem compreender a ação de Deus e ficaram assustadas. Mas a mensagem dos homens vestidos de branco as orienta em outra direção: não é possível buscar a Jesus entre os mortos porque ele está vido. A presença das mulheres no Calvário e durante a sepultura põe em destaque a ausência dos discípulos, que fugiram diante do perigo, enquanto as mulheres estavam ali. O Pai não abandonou o seu Filho na morte, antes o ressuscitou para a nova vida e o recebeu em sua glória. O anúncio recebido pelas mulheres ao ver o túmulo vazio de que Cristo havia ressuscitado por Deus, é o mesmo que nós, cristãos, recebemos em todos os tempos. Jesus oculto aos olhos dos homens, vive gloriosamente com Deus, seu Pai, e está perto daqueles que crêem nele.

Durante toda a semana viemos nos preparando de uma maneira especial para a Páscoa do Senhor nesta noite pascal. O Sábado Santo é dia de recolhimento: não há culto mas oração silenciosa A grande celebração de hoje já tem em mira a Ressurreição, a Páscoa; é sua preparação.

Celebramos hoje a vigília pascal, que é a vigília mais solene e a mãe de todas as liturgias do ano. Os textos escolhidos para esta vigília são textos fundamentais da História do Povo de Deus, tanto na Bíblia Hebraica como na Bíblia Cristã.É um dia de oração junto ao túmulo à espera da Ressurreição. É dia de reflexão e silêncio. Preparemo-nos para ela e participemos dela conhecendo o conteúdo profundo do que hoje é essa celebração. Chegada a noite, todo nosso dia de sábado terá sido assim um caminho de silêncio, passado na fé e na espera. Os apóstolos, em seu primeiro sábado, estavam decepcionados, tristes e desalentados. Nós, iluminados pela Ressurreição em que já acreditamos, passamo-lo em silêncio, em vigília diurna. Sem celebração externa.

Os símbolos da Vigília Pascal: O fogo, sinal da presença de Deus na história em suas manifestações de salvação; a luz, símbolo da vida (representa a presença de Cristo que é vida oferecida ao homem) e a água que também é símbolo da vida que é comunicada ao cristão quando ele renasce no Batismo para um mundo novo, nos dão a possibilidade de renovar nosso propósito, e de acender o círio de nossas esperanças, de modo que as celebrações anuais não se convertam num incessante “girar em torno de si” que nos deixa tontos com seu monótono movimento, sem uma ocasião de novidade, de graça e gratuidade.

A liturgia esta noite medita sobre a ressurreição de Jesus, tendo como pano de fundo a Criação do mundo e o Êxodo do Povo de Deus em sua fase final, quando atravessam o mar e o faraó com seus exércitos afundam nas águas profundas do Mar Vermelho. Paulo faz uma reflexão sobre nossa morte e vida à luz da morte e ressurreição de Jesus. Nesta noite santa de Glória, fazemos a experiência de toda a História da Salvação, partindo da Criação do mundo, passando pelo Êxodo e chegando à Ressurreição de Jesus. Este é o momento da alegria efusiva, é a noite esperada, é a mãe de todas as vigílias. É o momento da luz, da proclamação, da recordação da história da salvação, do anúncio da ressurreição e da renovação das promessas do batismo; é a Vigília Pascal

O mistério pascal de Cristo nos convida a tornar realidade a vida nova que Jesus de Nazaré nos propôs com sua própria vida, para que todos os homens passem da escravidão à liberdade, do temor à segurança, das trevas à luz, com a segurança de que aquele que definitivamente venceu a morte, nos acompanha no trabalho de, a cada dia, tornar o mundo mais humano, bem melhor.

Hoje nasce o homem novo, a nova humanidade redimida, com todo o esplendor e beleza com que saiu das mãos do Criador. Ao confessarmos Cristo ressuscitado não dizemos apenas que o túmulo ficou vazio, mas que Ele vive para nos dar vida.

Nós somos novas criaturas porque Deus nos fez. Infelizmente não temos arraigada em nós essa realidade. Nós lutamos, desejamos ser novas criaturas, mas nos esquecemos que já somos. É com homens novos que Deus faz um mundo novo. Bata no peito e diga sem medo, sem dúvidas: Eu sou uma criatura nova!

E ser assim, não é o ponto de chegada, mas o ponto de partida. Veja o botão de rosa. Ele é lindo, já é uma rosa, mas precisa desabrochar. Igualmente nós, já somos criaturas novas, mais que rosas, o que nos falta é proceder como criatura nova, desabrochar em gestos, em atitudes. Não podemos nos fixar em nossos erros, a cada dia precisamos ser mais criaturas novas, vencendo nossos pecados, nos superando. Sei que não é fácil. Os lobos estão por toda a parte para nos tirar do caminho, é duro, quando a gente vê está fazendo as mesmas coisas erradas de antes. O Senhor confia em nós, ele está conosco! Jesus ressuscita hoje para que a cada dia nós ressuscitemos.

Com os cristãos de todos os tempos, queremos ver amanhecer nesta data um mundo novo, que poderá tornar-se realidade se nós assumirmos o projeto de Jesus de Nazaré, que é o Evangelho. Deus é o fundamento da permanência da vida, mesmo a partir da morte, de uma forma que não conhecemos, e que não dá para exprimir.

A única maneira de realização humana e o único caminho para a santidade e maturidade cristã é o estilo que Cristo traçou e seguiu, o itinerário do grão de trigo que, se não morrer, fica só, mas se morrer dará muito fruto. Compartilhar a vida com os demais é uma forma de dar plenitude à nossa existência, e de proclamar a vitória da vida sobre a morte, do amor sobre o egoísmo.

Dos grãos de trigo que morreram na terra nasceram as espigas que foram ceifadas e delas nasceu o Pão que hoje ofereceremos a Deus na mesa eucarística. O próprio Jesus foi o grão de trigo caído e que venceu a morte gerando a vida. Unidos a Ele e aos irmãos, compreenderemos que a comunhão do Corpo do Senhor é também um firme compromisso com a vida e uma participação da felicidade que havemos gozar eternamente.

Oração: Deus eterno e todo-poderoso, admirável na criação do ser humano e mais ainda na sua redenção, dai-nos sabedoria de resistir ao pecado e chegar à eterna alegria. Fazei-nos compreender que a ressurreição de Jesus é obra do teu amor por Ele e por toda a humanidade. Aumentai o fervor do Vosso povo, pois nenhum dos vossos filhos conseguirá progredir na virtude sem o auxílio da Vossa graça. Concedei a todos os povos a graça de corresponder ao Vosso chamado. Possa a Igreja reconhecer que já se realizou em grande parte a promessa feita por nossos pais, da qual jamais duvidaram. Que Maria, a Mãe do Ressuscitado, nos aponte o caminho para Jesus Cristo, nosso único Salvador. Por Cristo, nosso Senhor. Amém!

Dia 04

Nunca é tarde para ser feliz.

Evite cruzar os braços! Faça o que puder, que o restante Deus providenciará!

Existem muitos caminhos que conduzem à plenitude; se não conseguir por um, siga por outro.

Jamais desanime! Tente várias vezes, até conseguir.

Sempre haverá uma nova oportunidade.

Não se deixe dominar pelo desânimo. Acredite em Deus, em você e na vida!

Sempre é tempo para ser feliz.

“Pensai, pois, naquele que enfrentou uma tal oposição por parte dos pecadores, para que não vos deixeis abater

pelo desânimo”. (Hb 13,3).

 

 

Evangelho do dia 03 abril sexta feira 2026 - Paixão so Senhor


03 - Ah! pobre juventude, tão abandonada e descuidada; pobre geração em crescimento, deixada por demais à própria sorte e ainda muito caluniada ou, pelo menos, duramente julgada em tuas leviandades e em tua generosidade desregrada, naquela necessidade de ação mal desenvolvida, com afetos mal orientados, razão pela qual, sem culpa totalmente tua, te afastas do caminho reto! Pobre juventude! Rezemos mui particularmente por ela.  (L 29). SÃO JOSE MARELLO


PAIXÃO DO SENHOR

João 18,1-19,42
"
Depois de fazer essa oração, Jesus saiu com os discípulos e foi para o outro lado do riacho de Cedrom. Havia ali um jardim, onde Jesus entrou com eles. Judas, o traidor, conhecia aquele lugar porque Jesus tinha se reunido muitas vezes ali com os discípulos. Então Judas foi ao jardim com um grupo de soldados e alguns guardas do Templo mandados pelos chefes dos sacerdotes e pelos fariseus. Eles estavam armados e levavam lanternas e tochas. Jesus sabia de tudo o que lhe ia acontecer. Por isso caminhou na direção deles e perguntou: - Quem é que vocês estão procurando? - Jesus de Nazaré! - responderam.
- Sou eu! - disse Jesus.
Judas, o traidor, estava com eles. Quando Jesus disse: "Sou eu", eles recuaram e caíram no chão. Jesus perguntou outra vez: - Quem é que vocês estão procurando?
- Jesus de Nazaré! - tornaram a responder.
Jesus disse:
- Já afirmei que sou eu. Se é a mim que vocês procuram, então deixem que estes outros vão embora!
Jesus disse isso para que se cumprisse o que ele tinha dito antes: "Pai, de todos aqueles que me deste, nenhum se perdeu." Aí Simão Pedro tirou a espada, atacou um empregado do Grande Sacerdote e cortou a orelha direita dele. O nome do empregado era Malco. Mas Jesus disse a Pedro: - Guarde a sua espada! Por acaso você pensa que eu não vou beber o cálice de sofrimento que o Pai me deu?
Em seguida os soldados, o comandante e os guardas do Templo prenderam Jesus e o amarraram. Então o levaram primeiro até a casa de Anás. Anás era o sogro de Caifás, que naquele ano era o Grande Sacerdote. Caifás era quem tinha dito aos líderes judeus que era melhor para eles que morresse apenas um homem pelo povo.
Simão Pedro foi seguindo Jesus, junto com outro discípulo. Esse discípulo era conhecido do Grande Sacerdote e por isso conseguiu entrar no pátio da casa dele junto com Jesus. Mas Pedro ficou do lado de fora, perto da porta. O outro discípulo, que era conhecido do Grande Sacerdote, saiu e falou com a empregada que tomava conta da porta. Então ela deixou Pedro entrar e lhe perguntou: - Você não é um dos seguidores daquele homem?
- Eu, não! - respondeu ele.
Por causa do frio, os empregados e os guardas tinham feito uma fogueira e estavam se aquecendo de pé, em volta dela. Pedro estava de pé, no meio deles, aquecendo-se também."

Meditação:

Jesus foi injustamente condenado a morte humilhante de Cruz, tendo que carregar esta mesma cruz como um criminoso qualquer.

Com extremo esforço ele subiu a encosta do Calvário, carregando aquela pesada cruz. Estava todo ferido e desfigurado, mas permanecia manso como um cordeiro levado ao matadouro.

Foi uma entrega amorosa e cheia de compaixão, foi morrer por nós, tomou sobre si todas as nossas enfermidades. Deu tudo o que tinha que dar para nos salvar a todos.

Hoje, Sexta-Feira Santa, lembramos o sofrimento de Nosso Senhor Jesus Cristo o qual ficou conhecido como Paixão do Senhor.

A celebração da Paixão do Senhor consta de três partes. A Liturgia da Palavra, a Adoração da Cruz e a Sagrada Comunhão.

A Paixão do Senhor, que não pode tomar-se isoladamente como um fato encerrado em si mesmo, visto ser apenas um dos momentos constitutivos da Páscoa, só pode compreender-se à luz da Palavra divina.
Por isso, a Liturgia da Palavra, bastante desenvolvida, começa por nos introduzir, por meio de Isaías (Is 52,13-53.12), de São Paulo (Hb 4,14-16.5,7-9) e de São João (Jo 18,1-19,42), no mistério do sofrimento e Morte de Jesus.

A narrativa da Paixão, no Evangelho de João, apresenta-nos a imagem de Jesus que o evangelista quis forjar através de todo seu evangelho: um Jesus que é a revelação do Pai, ao mesmo tempo que nele se revela a plenitude do amor. Ainda que pendente na cruz, sua vida e sua morte é uma vitória, porque "tudo está consumado" como era da vontade do Pai.
A morte tem sido o grande mistério que preocupa o homem através de toda sua história. Porque ainda que este pretenda negar todas as verdades, entretanto, há uma que sempre o persegue e nunca pode rechaçar: a realidade da morte. Nem sequer os ateus mais convictos se atreveram a negar que eles também vão morrer.
Para o pagão, a morte era uma tragédia; não se tinha idéias claras sobre o além, por isso que se admitia uma existência "além da tumba", dita existência estava rodeada de escuridão e enigmas. Ademais, nem todos admitiam uma vida depois da morte, porque esta era um desaparecer total, o fim de todas as esperanças, a frustração de todos os anseios. Os próprios judeus aceitavam a ressurreição, mas a projetam para o fim da história.
Para os discípulos, a situação era desoladora. Eles esperavam um Messias terreno que revivesse as glórias do reinado de Davi e Salomão e é aqui que suas ilusões se desvaneceram como espuma.

 Essa sensação de desalento está claramente expressada em um dos discípulos de Emaús: "Nós esperávamos que ele resgataria Israel; mas já fazem três dias que tudo isso ocorreu".
A morte de Jesus foi um acontecimento trágico; seus inimigos conseguiram o que queriam: tirá-lo do meio; os fariseus, porque Jesus desmascarou sua hipocrisia, os sacerdotes porque denunciaram a vício de um culto formalista; os saduceus porque refutou a negação da ressurreição; os ricos porque havia jogado na cara a injustiça de suas atuações; os romanos porque pensavam que era um sedicioso.
Jesus morreu abandonado por todos; seus discípulos fugiram, os judeus o desprezavam; o Pai se fez surdo ao seu clamor; essa tarde, na cruz estava o corpo de um justiçado, condenado pela justiça humana e rechaçado pelo seu povo. Parecia que o ódio tinha vencido o amor; o poder sobre a debilidade de um homem, as trevas sobre a luz; a morte sobre a vida.
Aquela tarde, quando as trevas caíram sobre o monte Calvário, parecia que tudo estava terminado e os inimigos de Jesus poderiam descansar tranqüilos.
Porém, era aqui, no mais profundo dos acontecimentos, que a realidade era distinta. Jesus não era um vencido, mas um triunfador; a morte não o aprisionava, mas o havia libertado de seu abraço mortal.

O que parecia o fim se transformou em glória; o que muitos consideravam como o término era o começo de uma nova etapa de salvação.

A cruz deixou de ser um instrumento de tortura para se converter em um trono de glória de um novo reino e a coroa de espinhos posta sobre sua cabeça é agora um diadema de honra.
Ao morrer, Jesus deu um novo sentido à morte, à vida, à dor. A pergunta desesperada do homem sobre a morte encontrou uma resposta. Mas isto não significa que possamos cruzar os braços e nos contentar com o ensinamento de que a morte de Jesus significou uma mudança na vida da humanidade.
Essa mudança deve manifestar-se em nossa experiência porque ele não aceitou sua morte como a resignação de quem se submete a um destino iniludível, mas como quem aceita uma missão de Deus.
Por isso, sua morte condena a injustiça dos crimes e assassinatos, mas nos pede para fazer algo contra a injustiça porque não somente condena a exploração dos oprimidos, mas nos pede para melhorar sua situação; a morte de Jesus não somente é a rejeição do abandono das multidões, mas exige que nos aproximemos do desvalido.
Sua morte não é somente uma recordação que revivemos a cada ano, mas um chamado para melhorar o mundo, destruir as estruturas do pecado e restabelecer as condições de paz, construir uma sociedade baseada na concórdia, na colaboração e na justiça.
Jesus continua morrendo nos nossos bairros marginalizados, nos soldados e guerrilheiros que jazem nas selvas, nos seqüestrados e prisioneiros, nos enfermos e nos ignorantes.
A nós cabe fazer com que o grito de desespero de Jesus quando diz: "Pai, por que me abandonastes" se converta no grito de esperança: "
Pai, em tuas mãos entrego meu espírito".
Reflexão Apostólica:
Jesus era Deus e homem.  O Jesus-homem sentia dor, fome, frio como qualquer pessoa.  Jesus-Deus sabia tudo o que iria lhe acontecer nos mínimos detalhes. 
Foi por isso que Jesus-Homem ficou muito tenso e suou sangue no Horto das Oliveiras.  Na verdade, o nome exato é TRANSPIRAR SANGUE.
Você sabe o dia da sua morte? Nem eu. Isso é bom, ou ruim? É claro que é bom. Imagine que hoje seria o seu último dia de vida e você ficou sabendo disso ao se levantar. 
Será que você estaria sentado aí, lendo esta reflexão, com toda esta calma? Não! Você estaria em PÂNICO! Pânico total e pleno.
Já teria telefonado para todos os amigos e parentes, já teria corrido atrás do sacerdote para fazer uma boa confissão ou a extrema unção...  e   provavelmente, teria também transpirado sangue. 
Conclusão: Não saber o dia da nossa morte é uma coisa muito boa, uma dádiva de Deus para que não soframos por antecipação.
Como aconteceu com Jesus enquanto homem na noite antes de sua morte. Jesus estava profundamente abalado em sentido psicológico, moral e físico, e foi por isso que o Evangelho diz que Jesus suou sangue.
Muita gente já deve ter dito ou pensado. Suar sangue? Isso não existe! Que coisa mais ingênua!  Vamos entender o que realmente aconteceu com Jesus naquele momento de grande aflição no Horto das Oliveiras momentos antes da sua Paixão propriamente dita.
O fenômeno é cientificamente conhecido pelo nome de hematidrose. Hêmato + hidrose hêmato = a palavra é composta pelos radicais gregos: haima (de haimatos), que significa "sangue". Hidrose = suor, transpiração.
A pessoa quando submetida sob tensão ou ansiedade extrema, as artérias se rompem e o sangue penetra nas glândulas sudoríparas.
A hematidrose é um fenômeno raríssimo apenas uma fraqueza física excepcional onde o corpo inteiro dói, acompanhada de um abatimento moral violento causada por uma profunda emoção, por um grande medo.
Apenas um ato destes pode causar o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas onde o suor anexa-se ao sangue formando a hematidrose.  A hematidrose pode ser mais entendida como uma transpiração de sangue acompanhada de suor.
Portanto, ler no evangelho que Jesus suou sangue, não se trata de uma coisa ingênua, como alguns pensam.
Nos Estados Unidos foram registrados mais de 100 casos.  Por exemplo. Pessoas que antes de irem para a cadeira elétrica, sob forte tensão por saber que iam morrer, transpiraram sangue.
Pessoas com medo minutos antes da morte, em caso de naufrágios, tempestades destruidoras, etc. Também transpiraram sangue.
Em seu caminho para o Calvário Jesus-Homem sofreu muita humilhação e muita dor física e mental, dos quais Ele, enquanto Deus, poderia ter se livrado num piscar de olhos com mais um milagre daqueles muitos que fez.
Se você reparou, de todos os milagres que Jesus realizou, ele não operou nenhum milagre em benefício próprio. Todos foram para acabar com o sofrimento daqueles que eram excluídos da sociedade injusta.
Jesus-Deus podia simplesmente através de um gesto ou pensamento, destruir o chicote que o flagelava, derreter os cravos que penetraram em seus pulsos, em fim transformar em estátuas todos os soldados e os demais homens que o maltratavam.
Jesus precisava passar por todo aquele sofrimento. E, em vez de castigar seus agressores, Jesus rezou e pediu ao Pai para perdoá-los, pois se soubessem que Ele era o próprio Deus, não estariam fazendo tudo aquilo. 
Essa atitude de Jesus é uma demonstração da imensa e infinita misericórdia e bondade de Deus. Nós também precisamos perdoar as pessoas que são injustas conosco. Pois se elas conhecessem e seguissem os ensinamentos de Jesus, não agiriam dessa forma.
O Jesus-Homem no momento de desespero sentindo-se abandonado pelo Pai, gritou: "Pai! Por que me abandonastes?  Não, Deus Pai não o abandonou! Foi só uma impressão do Jesus-Homem naquele momento de desespero. Ele tinha de passar por tudo aquilo, mas o melhor estava por vir no sábado. A RESSURREIÇÃO!
Quantas vezes em nossas vidas nos sentimos abandonados! Na hora que perdemos o emprego, no momento em que desmanchamos o namoro com aquela pessoa que amamos tanto, no momento em estamos envolvidos em um acidente terrível etc.
Não! Deus nunca nos abandona! Nós é que nos afastamos de Deus, e depois colocamos a culpa nele pelas conseqüências dos nossos atos impensados ou irresponsáveis.
Além disso, às vezes não entendemos os desígnios ou a vontade de Deus.  Exemplo. Desmanchar com aquela namorada que lhe fez sofrer tanto, foi bom para você.
Hoje você está bem casado e feliz da vida, enquanto aquela sua ex-namorada seguiu outro caminho que nem vamos comentar...

Oração: Ó Deus, que nos renovastes pela santa morte e ressurreição do vosso Cristo, conversai em nós a obra de vossa misericórdia, para que, pela participação deste mistério, vos consagremos sempre a nossa vida. Que a Paixão de Cristo perdoe os nossos pecados, e também ressuscitemos e voltemos à vida da graça como um homem novo, uma mulher nova.

Propósito: Ter um olhar de compaixão para com as pessoas que sofrem e ajudar, como Cireneu, os que caem.  

Dia 03

A principal missão do ser humano é colaborar na construção do Planeta. Será que, então, não vale a pena praticar o bem?

Se sua vida estiver na escuridão, lembre-se de que Deus enviou seu filho amado para dar a própria vida

pela redenção da humanidade.

Ele é a luz do mundo, que veio para que todos tenham vida em abundância.

Então desfrute essa luz, que é Jesus.

Ao caminhar na luz que é Jesus, todos seguem em direção ao Pai.

“Jesus falou ainda: ´Eu sou a luz do mundo. Quem me segue não caminha nas trevas, mas terá a luz da vida´”. (Jo 8,12).

 

Evangelho do dia 05 abril 2026 - PÁSCOA DO SENHOR

5 abril - Não há tempo nem lugar onde não seja possível fazer alguma coisa. Cada palavra, cada passo, cada desejo, pode ser a matéria prima ...